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Como evitar doenças na piscina

Principalmente nos dias mais quentes do ano, a gente adora uma piscina refrescante para recuperar a energia. Entretanto, se não tomarmos alguns cuidados, até na piscina é possível contrair doenças!

Pensando nisso, hoje vamos falar um pouco sobre o que é preciso fazer para evitar doenças e infecções na piscina.

A piscina e os problemas de saúde

Se é você quem realiza a limpeza da piscina, é importante seguir algumas recomendações para evitar problemas à saúde dos banhistas.

Na realidade, para evitar doenças na piscina, também existem algumas normas que se aplicam aos usuários e, por isso, vamos falar delas também.

Você vai perceber que, para evitar a transmissão de doenças no ambiente da piscina é preciso que os responsáveis pela limpeza e também os usuários da piscina tomem certos cuidados.

Para você evitar doenças na hora de nadar

Se você é quem vai nadar, prepare-se primeiro tomando uma ducha.

Não! Não é chatice!

A ducha é a nossa primeira dica para evitar a transmissão de doenças através da piscina pois é ela quem remove uma primeira (e grande) quantidade de impurezas presentes no corpo humano.

Todos os usuários de piscinas precisam entender que é no corpo humano que ficam os principais agentes causadores de doenças. Dito isso, não seja teimoso e antes de entrar na piscina vá logo tomar um banho de ducha!

Já falamos sobre a importância da ducha nos seguintes textos:

Adotando apenas esta medida, poderíamos reduzir drasticamente a transmissão de otites, conjuntivites, rinites e dermatites – todas estas são doenças que você pode pegar na piscina!

Acredite! Não existe nenhuma maneira tão prática quanto a ducha que consiga evitar a transmissão dos seus germes para a água da piscina.

Tenha uma noção básica de higiene

É importante ter em mente que, devido à velocidade de propagação das bactérias que podem causar doenças, é de bom tom evitar o uso da piscina caso você desconfie que esteja com alguma doença contagiosa.

Pense em quem limpa a piscina

Além de remover os microrganismos que podem causar doenças nos outros usuários, a ducha também removem o excesso de bronzeadores, óleos, cremes, condicionadores de cabelo e o próprio suor da nossa pele. Isso reduz o consumo do cloro da piscina e, consequentemente, prolonga sua duração na água.

É claro que o responsável pela limpeza deve estar sempre de olho no teor de cloro livre da piscina. Contudo, por que não contribuir para que a proteção do cloro fique por mais tempo na água, não é mesmo?

Mas pense em você também

Considere utilizar toalhas diferentes para se deitar (no deck, na grama, no chão, na areia…) e para se secar. E nunca, nunca se seque utilizando as roupas!

Se secar bem depois da piscina também ajuda a evitar doenças comuns como as micoses!

Se você já identificou que tem problemas recorrentes relacionados com o uso da piscina, utilize proteção.

Se tem sensibilidade nos olhos e sempre depois de nadar sofre com os olhos vermelhos, utilize óculos!

Óculos para proteger os olhos na piscinaSe tem sensibilidade nos ouvidos e já teve otite depois de nadar, procure utilizar protetores especiais para piscinas.

Protetores especiais para as orelhas na piscinaEste tipo de tampão para orelha é super comum e pode, além de te ajudar, prevenir a transmissão de doenças!

Sobre os pequenos causadores das doenças

O que estraga mais rápido? O Arroz ou o feijão?

Já deve ter percebido que alimentos mais “molhadinhos” estragam com maior facilidade e isso responde à pergunta!

O ambiente da piscina também é “muito molhadinho” e, por isso, é extremamente propício à transmissão de doenças.

Este ambiente úmido favorece a proliferação de algas e bactérias. Além destes, os fungos também adoram ambientes molhados! (Já reparou como eles se desenvolvem em paredes com infiltração? Pois é!)

Para não ter problemas com fungos, é importante evitar andar descalço ao redor da piscina e principalmente nos banheiros, saunas e vestiários! Estes ambientes geralmente são os centros de transmissão das micoses!

Os vírus e as bactérias, que transmitem uma série de doenças, são transmitidos geralmente pelo contato com a água da piscina. Por isso o uso da piscina é especialmente perigoso para pessoas com a imunidade baixa.

Já as infecções, como conjuntivites e otites, podem ser evitadas com o tratamento correto da piscina, em especial o balanceamento químico da água.

O uso correto do cloro

Apesar do surgimento das novas tecnologias que utilizam ozônio, sal e até íons de cobre e prata, o cloro é um agente sanitizante extremamente eficiente no combate à proliferação de doenças na piscina.

Além de todos os benefícios de manter o bom aspecto visual da piscina, o cloro é super eficaz na prevenção de doenças e infecções no ambiente da piscina desde que usado corretamente.

Caso ele não seja usado da forma correta, o próprio cloro pode se tornar um vilão!

Se utilizar cloro em excesso, os riscos para a saúde são enormes!

Confira nestes outros textos onde falamos sobre isso:

Por outro lado, utilizando menos cloro do que é preciso, você expõe os usuários da piscina às doenças que já citamos várias vezes.

Como nunca é demais lembrar, vamos fazer uma pequena lista dos problemas que a falta de cloro na piscina pode causar:

O uso do cloro está diretamente relacionado com a desinfecção da piscina, um dos pilares para uma piscina saudável.

Para facilitar a vida de quem cuida da piscina, fizemos um infográfico com os parâmetros de uma piscina balanceada.

Aqui, assim como em muitos outros aspectos da vida humana, os extremos não são bem-vindos! Muito cloro é problema e pouco cloro também é!

A relação do pH com as doenças na piscina

Se você já nos acompanha há algum tempo, já deve saber da importância do pH da piscina.

Se é a primeira vez que lê um texto nosso, veja bem:

O pH determina a acidez da água.

A escala do pH da piscinaO cloro, por sua vez, só funciona perfeitamente quando a acidez da água está dentro de um determinado intervalo: entre 7,2 e 7,4.

Existe quem seja um pouco “mais liberal” neste controle aceitando valores até 7,6…

Nós recomendamos o limite máximo de 7,4.

O pH é tão importante que resolvemos até gravar um vídeo e publicá-lo para ajudar as pessoas de maneira mais simples. Se quiser conferir, segue:

A Alcalinidade Total e as doenças na piscina

Assim como o pH, a Alcalinidade Total é um outro parâmetro que vai influenciar diretamente a capacidade de desinfecção do cloro e, consequentemente, a possibilidade de contrair doenças ao usar a piscina.

Uma piscina com a Alcalinidade Total muito alta, tende a ficar opaca e ter a ação do cloro prejudicada. Desta forma, com pouco poder de desinfecção, a água torne-se, como vimos, imprópria para o uso.

Assim como fizemos com o pH, fizemos com a alcalinidade. Confira nosso texto sobre a importância da Alcalinidade Total.

E não deixe de ver nosso vídeo sobre este parâmetro tão importante:

Dificultando a transmissão de doenças (Ou “Facilitando o tratamento da piscina”)

Além de adotar estes hábitos, existe ainda a possibilidade de instalar equipamentos que facilitam o tratamento da piscina e dificultam que ocorra a transmissão de doenças relacionadas à prática da natação.

Dentre estes equipamentos podemos citar:

  • temporizadores para controlar o tempo de filtração da piscina
  • geradores de cloro para manter o teor de cloro livre sempre dentro do ideal
  • geradores de ozônio para trabalharem como método auxiliar de desinfecção
  • sistemas de desinfecção ultravioleta para funcionar como método auxiliar de desinfecção

Todas estes itens deixam de ser sugestões e passam a ter caráter obrigatório quando o cloro não é suficiente. Acontece muito em clubes e academias onde é necessário tratar da piscina aquecida, muito utilizada e com pouco tempo para fazer a limpeza.

Conclusão

Seguir estas recomendações é fundamental para evitar doenças na piscina. Não importa se você limpa a piscina ou se você é o usuário.

Manter a piscina segura é papel de todos!

Cuide da manutenção da sua piscina e, se necessário, contrate uma empresa especializada! Facilita bastante o trabalho! 😉

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